O Preço de Uma Escolha - Parte 1                        

Texto base: Gn 3:1-8

 

VERS.

DEUS

DIABO

EU

P. CHAVE

IMP.

1

Criador

É Deus

É a Serpente

Astuto

Fala

Mentiroso

Alvo do diabo

Astúcia

-

2

-

Serpente

Sou um ser de reação

Fruto

Obediência

3

Fala

-

Possuo um limite dado por Deus que me livra da morte

Obediência

Não comer do fruto

4

-

Serpente

Fala

Mentiroso

-

Mentira

-

5

Onisciente

Mentiroso

Posso ser enganado

Ser como Deus

-

6

-

-

Vejo

Desobedeço

Visão

Compartilhar o pecado

7

-

-

Sou responsável pelos meus atos

Conhecimento da minha realidade

-

8

Fala

Senhor

Tinha comunhão comigo

Presente

-

Ouço

Me escondo de Deus

Perdi minha intimidade

Com Deus

Fuga

-

Anotações: O texto de hoje nos fala sobre a tentação e seus desdobramentos. Nos alerta sobre o perigo da falta de vigilância e as consequências da desobediência.

Aplicação Pessoal: Hoje aprendemos sobre os perigos da humanidade. O cenário, ou seja, o pano de fundo onde se desenrola toda a narração era um local familiar para Adão e Eva. Eles estavam familiarizados com a vida no jardim e provavelmente executavam suas atividades quando foram surpreendidos pela serpente.

Isso nos ensina que o diabo não altera nossa realidade para nos tentar, ou seja, ele pode nos tentar na família, no ministério, na faculdade, no trabalho ou em qualquer outro lugar que achamos estar seguros. A primeira coisa que o diabo fez foi lançar a semente da dúvida “É assim que Deus disse...” Ao colocar a mulher no terreno da incredulidade ele deturpa a palavra ou a ordem/direção de Deus “... não comereis de toda árvore do jardim?” A mulher responde com uma aparente convicção o que Deus tinha dito e deixa claro sobre o perigo da desobediência “...para que não morrais”. Embora Eva soubesse desse risco iminente acho que ela não considerou os fatos e o diabo, então, lança uma nova mentira: chama Deus de mentiroso “...certamente não morrerás”. E de egoísta “...sereis como Deus...conhecedores do bem e do mal.” O diabo agora fala para a mulher que o desejo de Deus era ser o único detentor de todo conhecimento e acrescenta que ela poderia ser igual a ele. Ser igual a Deus era um desejo da serpente, pois a mulher já possuía a imagem e semelhança do seu criador; se Eva considerasse os fatos ela se lembraria disso. Acho que se Eva não dialogasse com a serpente no terreno da incredulidade ela teria resistido à tentação, mas nós também permanecemos, muitas vezes, no terreno da incredulidade, da dúvida e da insegurança daquilo que Deus tem para nós e pensamos que poderemos vencer as investidas do diabo. O resultado não poderia ser outro... Eva comeu e deu a seu marido e ambos abriram os seus olhos e conheceram o bem e o mal... Perceba que quando pecamos envolvemos outras pessoas (principalmente aquelas mais próximas) e o que acontece é uma fuga “em massa” do projeto de Deus. Quantas famílias destruídas, quantos relacionamentos quebrados, quantas igrejas paralisadas... E tudo isso por causa do pecado. O conhecimento tão desejado trouxe confusão e não esclarecimento “...e fizeram para si aventais”. A justiça humana não pode resolver o problema do pecado, ou seja, o homem não podia fazer nada para consertar a situação. Tudo estava comprometido: o corpo que não trazia escândalo (que também estava nu) passou a ser motivo de vergonha; a intimidade e proximidade de Deus converteram-se em separação ao ponto de “ao ouvirem a voz de Deus... se esconderam por entre as árvores do jardim...”. Hoje aprendemos que o pecado traz embaraço para os relacionamentos entre as pessoas, compromete nosso relacionamento com Deus (nos afasta dele) e traz uma grave sentença sobre nós: a morte.

         Resta-nos apenas as perguntas: o que estamos dispostos a perder para estar com o Senhor? ou O que estamos dispostos a ter e nos afastarmos dele?                                                                                                                                   

   Continua...

Marcio Seixas

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